Portal da Refrigeração
Google
Feeds do Portal da Refrigeração Portal da Refrigeração também  está no Twitter Veja os vídeos do Portal da Refrigeração sobre ar-condicionado e refrigeração no YouTube

Evaporadores

parte 6

  • de expansão seca, direta ou D-X;
  • inundados;
  • tubo liso;
  • tubos e aletas, superfície de placas;
  • sistemas de água gelada;
  • capacidade do evaporador;
  • capacidade do evaporador e controle de carga

Anterior 1 2 3 4 5 6 7

Capacidade de carga parcial

Numa certa medida, a capacidade do sistema de refrigeração "flutua" com a carga. O sistema, por sua própria natureza, ajusta automaticamente a capacidade para cima quando a carga aumenta, enquanto a ajusta para baixo com a redução da carga.

Examinaremos um caso de redução de carga para demonstrar esse fato. Primeiro, devemos assumir que um sistema tem estado operando em condições de carga máxima. À medida da redução da carga, uma quantidade menor de calor fica disponível para ser absorvida pelo evaporador.

Como evaporador só pode absorver o calor disponível, há uma redução na quantidade de calor absorvido no refrigerante. Consequentemente, fica menor a quantidade de refrigerante líquido que se transforma em vapor dentro do evaporador. O compressor, no entanto, continua a succionar refrigerante em forma de vapor para fora do evaporador com a mesma velocidade que antes. O resultado é que a pressão dentro do evaporador é diminuída um nível inferior à que o sistema operava à plena carga.

À medida da redução da pressão sobre o refrigerante no evaporador, diminui também sua temperatura de saturação. Em suma, a temperatura saturada do evaporador tende a cair com a redução da carga.

A diminuição da pressão e temperatura no evaporador se estabiliza num ponto em que o volume (metros cúbicos) de refrigerante evaporado volta a ser igual ao deslocamento do compressor (metros cúbicos por minuto).

Isso ocorre porque cada libra de vapor refrigerante ocupa mais espaço (volume) por libra à medida da diminuição de sua pressão e temperatura de saturação. A uma temperatura de 4,4°C, cada libra de refrigerante ocupa um volume de aproximadamente 0,7 pé cúbico. Mas, com carga parcial e uma temperatura de 1°C negativo, o volume é levemente superior a 0,8 pé cúbico. Isso representa um aumento de cerca de 14% no volume por libra de refrigerante.

Com uma temperatura de saturação e uma pressão menores, o compressor pode bombear o mesmo volume de gás por minuto, porém bombeará menos libras. Consequentemente, ambos o evaporador e o compressor estão fornecendo uma capacidade menor de resfriamento. A capacidade para resfriar baseia-se fundamentalmente nas libras de refrigerante circuladas por unidade de tempo, e não no volume.

O resultado da redução da carga no evaporador e no compressor faz-se sentir também no condensador. Com a queda da pressão e da temperatura de saturação na entrada do compressor, a pressão da descarga também tende a cair. Uma pressão de descarga menor gera uma pressão e temperatura de saturação menores no condensador. A pressão de descarga e a pressão de sucção, ou de alta e baixa, como são frequentemente chamadas, tendem a elevar-se e diminuir juntas.

A redução da carga no evaporador inicia uma mudança que reduz a pressão de entrada e a temperatura de saturação da entrada do compressor. Essa ação reduz a pressão e a temperatura de descarga do compressor, o que reduz a pressão, a temperatura de saturação e a capacidade do condensador.

Ainda que a capacidade de um sistema de refrigeração possa "flutuar com a carga", existem limites além dos quais poderão surgir problemas.

Anterior 1 2 3 4 5 6 7 Próxima

Share |
comments powered by Disqus
Consulte aqui seu_nome@email.refrigeracao.net
Google

Portal da Refrigeração e ar-condicionado - Política de Privacidade - diHITT - Notícias

Sites Parceiros:
Eletrodomésticos Fórum - site parceiro 
				do Portal da Refrigeração