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Ar-condicionado em carro que sai de fábrica é cada vez mais frequente


No final da década de 90 apenas 22% dos veículos saíam das fábricas com ar-condicionado. Previsões apontam que por volta de 2012 esse número cresça para 80%, aumentando o mercado de oficinas especializadas em reparo e recarga de ar-condicionado automotivo.

Países tropicais, como o Brasil, têm apresentado elevação na temperatura climática, impulsionando as vendas daquilo que antes era considerado artigo de luxo: o ar-condicionado automotivo. Paralelamente, o crescimento deste segmento deve-se ao aumento do número de veículos circulando em países desenvolvidos, em ascensão devido ao aquecimento da economia, e pela facilidade de crédito. Diante deste cenário, o segmento de ar-condicionado automotivo apresenta-se lucrativo e o mercado busca melhores práticas com novas tecnologias, criação de normas técnicas para a manutenção, reparos e cumprimento de regras ambientais.

O ar-condicionado valoriza o carro na hora da venda. Esse motivo, além do conforto proporcionado e segurança, principalmente em grandes cidades, vem impulsionando o mercado em torno do ar-condicionado para carros movimenta anualmente cerca de R$ 10 milhões, não só na fabricação de novas tecnologias como também nas oficinas especializadas em reparos e manutenção.

Em 2005, 47% dos novos veículos produzidos pelas quatro principais montadoras do País saíam das fábricas com ar-condicionado, segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Três anos depois, o número já ultrapassa a casa dos 60%, impulsionando toda a cadeia de um produto hoje encarado como indispensável pelo consumidor. A previsão é que esse índice chegue a 80% em 2012, acompanhando o crescimento de produção das montadoras.

O ar condicionado original de fábrica está deixando de ser a exceção para para ser o padrão

Enquanto norte-americanos possuem 99% de veículos com ar-condicionado, os europeus estão em segundo lugar, com 90% de utilização e asiáticos acima de 80%. A expectativa é que o Brasil atinja a casa dos 67% de aplicação em 2009. Quando comparado com os países emergentes, o Brasil possui uma das maiores taxas de utilização de sistema de ar-condicionado em carros.

Outro fator que ajuda a explicar o aumento do ar-condicionado em carros é que as montadoras têm produzido as novas linhas integradas com as matrizes e outras unidades distribuídas pelo mundo.

Atualmente nenhuma montadora no Brasil utiliza R-12 (CFC-12) no ar-condicionado para carros. Todos os sistemas utilizam R-134, de acordo com o Protocolo de Montreal, com o objetivo de preservar a camada de ozônio.

Algumas tecnologias foram desenvolvidas para melhorar a performance dos sistemas de ar-condicionado para carros nos últimos tempos e aumentar o conforto, por exemplo, visando eliminar o odor (através de filtros e retenção de água nos elementos do sistema), reduzir o nível de ruído (através de abafadores), diminuir o tempo de desembaçamento e mesmo melhorar a interface com o usuário.

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